São Paulo, SP, 18/06/2019
 
12/08/2016 - 14h55m

Brasil e Armênia tem acordos na agricultura, educação e diplomacia

Agência Brasil/Pedro Peduzzi 
Agência Brasil/Beto Barata/PR
Temer e Sargsyan assinaram acordos nas áreas de cooperação educacional e técnica, agricultura
Temer e Sargsyan assinaram acordos nas áreas de cooperação educacional e técnica, agricultura

Brasília - Dois acordos e três memorandos nas áreas de cooperação educacional e técnica, agricultura; consultas públicas e de cooperação entre academias diplomáticas foram assinados nesta sexta-feira (12) durante o encontro entre os presidentes do Brasil, Michel Temer (interino), e da Armênia, Serzh Sargsyan.

O encontro entre Temer e Sargsyan foi no fim desta manhã e durou cerca de uma hora.

O acordo de cooperação educacional possibilitará que Brasil e Armênia criem condições para que universidades dos dois países se aproximem e estabeleçam ações de cooperação, bem como promovam intercâmbio de estudantes, cientistas e especialistas.

Além disso, prevê o desenvolvimento e a ampliação de cooperações científicas para execução de programas e projetos de pesquisa.

Os dois governos firmaram ainda acordo de cooperação técnica, pelo qual serão promovidas reuniões para avaliar e definir áreas comuns de interesse, bem como a criação de grupos para acompanhamento de programas, projetos e atividades a serem implementados.

Em um dos memorandos assinados pelos dois chefes de Estado está prevista a cooperação bilateral na área de agricultura, o que prevê o intercâmbio de experiências e informações relativos a cultivos agrícolas, combate de doenças de plantas, tecnologias de irrigação, seleção de raças, pecuária e de comércio agrícola.

Também foram assinados dois memorandos visando à aproximação da diplomacia brasileira e armênia.

Um deles abrange o Instituto Rio Branco, órgão vinculado ao Itamaraty, e seu equivalente na Armênia – a Academia Diplomática do Ministério dos Negócios Estrangeiros – com o objetivo de “estabelecer e desenvolver cooperações no campo do treinamento profissional de diplomatas.

O outro prevê a formação de grupos de trabalho ou de peritos para o exame de “questões específicas” que, porventura, sejam do interesse dos dois países.

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