São Paulo, SP, 30/04/2017
 
08/06/2016 - 13h16m

Charme e utilidade dos bancos e banquinhos em todos ambientes

Agência Hoje/Arquiteta Sandra Vieira de Mello  
Divulgação - Bankinhos
Banco Meninas - Bankinhos
Banco Meninas - Bankinhos
  • Paletbox Banco - Tok Stok
  • Sela Banco - Tok Stok
  • Banco Mandala - Bankinhos
  • Banco Gatos - Bankinhos

São Paulo (Agência Hoje) - Que a mobília na arquitetura tem um papel muito importante todos sabemos. E que uma boa arquitetura pode ser prejudicada pela má escolha da mobília também é fato. Podemos considerar que alguns móveis e objetos são unanimidade em uma casa.

É o caso dos banquinhos, bancos, banquetas, mochos, tamboretes ou como se preferir chamar esse móvel versátil e popular. Feitos de plástico, madeira, ferro, pedra, alumínio ou de qualquer uma das diversas outras opções de materiais, há sempre um lugar e uma utilidade para um banquinho na casa.

A história do banco remonta a uma época muito antiga, quando o homem deduziu que um apoio que permitisse sentar afastado do chão lhe traria mais conforto e menor esforço. A princípio eram quatro apoios para uma base retangular.

O banco foi utilizado por muito tempo até ser complementado pelo encosto, transformando-se em cadeira. Assim foi possível aumentar o conforto, apoiando as costas de quem sentava. O apoio para os braços também foi incorporado e, a essa altura, a cadeira já era símbolo de status e poder.

A altura do encosto representava a hierarquia e até hoje ainda existem resquícios dessa prática na mobília contemporânea. Basta observar a utilização das chamadas poltronas nas cabeceiras das mesas e como são diferenciadas as cadeiras e encostos destinados às autoridades e aos poderosos em cada sociedade.

Assentos estofados, pés e encostos trabalhados, cores, incrustações, materiais diversos foram sendo utilizados nos bancos e cadeiras desde então. A bem da verdade, atualmente vem sendo difundida a opção por jogos de cadeiras diversas em volta das mesas, mais ainda nas decorações despojadas e que remetem à “modernidade” e “jovialidade” da decoração.

Voltemos aos banquinhos. Apesar da “descoberta” da cadeira e de toda a sua evolução e simbolismo, o banco permanece no mobiliário até hoje. Talvez porque sua utilidade e facilidade de uso sejam imbatíveis!

A palavra banco também significa mesa e uma mesa nada mais é do que um banco em proporção maior. Há bancos de diversas alturas, então podem ser usados para sentar e também como mesa lateral, apoio para alcançar objetos altos, criados-mudos, suporte para objetos e plantas...

Dizem que não há muito o que se inventar a respeito dos bancos, porque sua utilidade já justifica tê-los sempre por perto. Mas tem sempre algum criativo trabalhando para deixá-los mais interessantes, de modo a serem usados também como objetos de decoração.

Veja mais informações no site:

www.bankinhos.com.br

Sandra Vieira de Mello, CAU A16373-2 é Arquiteta e Urbanista. Contribuições para esta Editoria podem ser encaminhadas para o e-mail: hoje.sandra@gmail.com

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