São Paulo, SP, 18/06/2018
 
11/05/2013 - 23h28m

City Bar Campinas tem 25 cozinheiros fazendo bolinhos de bacalhau

Agência Hoje/Edmundo Fortes 
Divulgação
City Bar, em Campinas, bate recorde de movimento nas sextas-feiras
City Bar, em Campinas, bate recorde de movimento nas sextas-feiras

A fama do City Bar Lanches, localizado em frente ao Centro de Convivência, no bairro do Cambuí, em Campinas, vem do bolinho de bacalhau, das tortas, dos pastéis e dos pratos no final de semana. O movimento é tão grande que o lugar mantém 25 cozinheiros trabalhando em dois turnos, todo santo dia.

O bar começa a funcionar cedo, por volta das 6h, e só fecha com o até logo do último cliente. No final do dia a casa contabiliza a venda de dois mil bolinhos de bacalhau, pelo menos 700 tortas, centenas de sanduiches e 40 engradados de cerveja, principalmente Brahma. O funcionamento vai de segunda a sábado. Sexta é o ponto alto e domingo fica fechado.

O City Bar de Campinas nasceu na década de 50 e cresceu em clientela a partir dos anos 70. Em posição estratégica, na avenida Julio de Mesquita, tira proveito da calçada larga e do vizinho Centro de Convivência. Mas são os salgados, a cerveja super gelada e o atendimento gentil e ágil dos garçons que mais atrai a clientela.

Os preços também são bons. Bolinho de bacalhau a R$ 3,90, torta de camarão, frango ou palmito entre R$ 3,00 e R$ 4,00 a fatia, pastel a R$ 2,50 e cerveja brahma por R$ 5,00 fazem a festa de bancários, comerciantes, executivos e principalmente estudantes universitários. 

Simples, com mesas e cadeiras de plástico da Brahma, o City Bar fica lotado o dia inteiro, mas seu forte ainda é a sexta-feia depois do almoço. Difícil conseguir lugar para sentar. Nessas horas os garçons se superam, circulam junto aos clientes e trocam a garrafa vazia por outra cheia e bem gelada.

Para quem vai a Campinas e gosta de beber cerveja, comer salgadinhos de primeira e conhecer lugares agradáveis, passar no City Bar é certeza de ser bem servido. Além do mais, é fácil fazer amizade. O papo rola solto nas mesas e na calçada, os garços são atenciosos e os preços nunca assustam.  

 

Instalado numa das esquinas mais movimentadas do Cambuí, de frente para o Centro de Convivência da cidade, o boteco prepara receitas concorridíssimas, garimpadas em uma porção de viagens pela Europa. Especialidade da casa, o bacalhau recheia diariamente 2 000 bolinhos (R$ 3,90). Preparado à portuguesa (R$ 59,00 o quilo), somente no almoço de sexta, o pescado vai à mesa em lascas com cebola, azeite, pimentões vermelho e amarelo mais azeitona preta. Na vitrine do balcão ficam expostos cinco sabores de torta, entre os quais camarão, frango com catupiry e palmito (de R$ 3,00 a R$ 4,00 a fatia). Para dar conta do número de pedidos, uma equipe com 25 cozinheiros trabalha em dois turnos. A clientela fiel chega cedo para conseguir uma das mesas de plástico espalhadas pela calçada e ao longo do dia consome em média cinquenta caixas de cerveja (Brahma, R$ 5,00). Não se deve pedir a conta antes de provar um pastel de nata (R$ 2,50).

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