São Paulo, SP, 17/09/2019
 
03/08/2015 - 10h29m

Evento-teste de triatlo apresenta a atletas cenários de provas

Agência Brasil/Isabela Vieira 
Agência Brasil/Tomaz Silva
Atleta paralímpico no segundo evento-teste de triatlo para os jogos olímpicos Rio 2016 na praia de Copacabana
Atleta paralímpico no segundo evento-teste de triatlo para os jogos olímpicos Rio 2016 na praia de Copacabana

Brasília - Ao contrário do que se vê normalmente aos sábados e domingos, na Praia de Copacabana, os atletas de fim de semana não tiveram vez no domingo (2). A praia foi ocupada por 150 atletas de alto nível, de 25 países, que disputaram o Classificatório Olímpico Mundial de Triatlo e concorreram a seis vagas para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

As provas tomaram a Praia de Copacabana, perto do Forte de Copacabana, na chegada e na largada para 1,5 quilômetro (km) de natação, 10 km de corrida – incluindo um trecho na avenida mais famosa do bairro, a Atlântica – e 40 km de ciclismo, em direção à Lagoa Rodrigo de Freitas, com direito à vista para o Cristo Redentor.

Turistas, curiosos e torcedores se aglomeraram perto do forte, para dar apoio as atletas e observar a movimentação fora do normal para um domingo de sol. Foi o caso de Marcia Del Santo, de Porto Alegre, que, de férias, aproveitou para incentivar os participantes das provas.

“Gosto muito de esporte, e está [tudo] muito bonito, muito bem organizado, o Rio é lindo, então, estou pensando até em vir para os Jogos, apesar de ser difícil comprar as entradas.”

Das seis vagas disponíveis, três ficaram com a americana Gwen Jorgensen, a primeira colocada, e com as britânicas Non Stanford e Vicky Holland, segundo e terceiro lugares.

A brasileira mais bem classificada foi Pamella Oliveira, na 15º posição. Ela já estava classificada para Olimpíadas, por ter conquistados bons índices em outras competições nacionais e internacionais. “A competição foi muito dura, mas fiquei feliz com minha performance”, disse Pamella, que pretende agora melhorar o desempenho na natação e no ciclismo para os Jogos.

“Gosto muito de esporte, e está [tudo] muito bonito, muito bem organizado, o Rio é lindo, então, estou pensando até em vir para os Jogos, apesar de ser difícil comprar as entradas.”

Das seis vagas disponíveis, três ficaram com a americana Gwen Jorgensen, a primeira colocada, e com as britânicas Non Stanford e Vicky Holland, segundo e terceiro lugares.

A brasileira mais bem classificada foi Pamella Oliveira, na 15º posição. Ela já estava classificada para Olimpíadas, por ter conquistados bons índices em outras competições nacionais e internacionais. “A competição foi muito dura, mas fiquei feliz com minha performance”, disse Pamella, que pretende agora melhorar o desempenho na natação e no ciclismo para os Jogos.

Entre os homens, o espanhol Javier Gomez, prata nas Olimpíadas de Londres, chegou em primeiro em Copacabana, à frente do francês Vincent Luis e do sul-africano Richard Murray, que ficaram com a segunda e terceira posições. O favorito, o britânico Alistair Brownlle, campeão olímpico, chegou em décimo, e o brasileiro mais rápido nessa modalidade foi Danilo Pimentel, no 32º lugar.

A competição de triatlo, incluindo a prova do paratriatlon realizada no sábado (1º), é o segundo evento-teste para os Jogos, de um total de 45, daqui a menos de um ano. O primeiro foi a Regata Internacional de Vela, na Marina da Glória, há um ano. O objetivo desses eventos é verificar se o percurso e as condições climáticas estão adequadas, além de observar se os esquemas de trânsito, de transporte dos atletas, e de serviço médico, por exemplo, estão ajustados à rotina da cidade.

Um dos aspectos a serem avaliados é a integração da cidade com o evento. "Por serem realizadas ao ar livre, as provas têm um impacto direto para a população local”, disse a gerente-geral de Eventos-Teste do Comitê Rio 2016, Delphine Moulin, segundo informações do site Rio 2016.

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