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07/11/2016 - 11h06m

FBI decide que Hillary Clinton é inocente na investigação sobre e-mails entre 2009 e 2013

Agência Brasil/José Romildo 

Estados Unidos - O FBI - a polícia federal norte-americana - informou ao Congresso dos Estados Unidos que examinou todas as mensagens de e-mails de Hillary Clinton e concluiu que não foram encontrados e-mails confidenciais sobre o governo durante o período em que ela foi secretária de Estado dos Estados Unidos, de 2009 a 2013. A denúncia abalou seriamente a campanha de Hillary Clinton, candidata do Partido Democrata nas eleições para presidente dos Estados Unidos, que ocorrem amanhã (8).

O diretor do FBI, James Comey, disse que os e-mails, que fazem parte de um lote recentemente descoberto e anunciado há oito dias e que não estavam incluídos na relação inicial de mensagens investigadas, eram textos pessoais que não estavam relacionados a negócios governamentais no tempo em que Hillary Clinton era secretária de Estado. Uma relação inicial de e-mails tinha sido investigada pelo FBI. Essa investigação, concluída em julho, também não atribuiu nenhuma culpa a Hillary Clinton.

Em resposta à manifestação do FBI, o candidato à presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, Donald Trump, disse que duvida de que a agência de investigação tenha concluído o exame de todas as mensagens em apenas oito dias.

O diretor do FBI, James B. Comey, disse - em carta encaminhada ao Congresso norte-americano - que os investigadores trabalharam "o tempo todo" para rever os e-mails de Hillary. Os pesquisadores descobriram que os e-mails eram duplicados de correspondências revisadas anteriormente ou eram e-mails pessoais que não pertenciam a negócios do Departamento de Estado.

Os e-mails estavam em um computador usado pelo ex-congressista Anthony Weiner, ex-marido de Huma Abedin, que é assessora de Hillary Clinton. O computador foi apreendido durante uma investigação do FBI sobre o ex-parlamentar. No final de outubro, Comey disse que alguns dos e-mails no computador, enviados ou recebidos por Abedin, poderiam ser "pertinentes" a uma investigação do FBI sobre Hillary.

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