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01/07/2016 - 13h42m

Número de apreensões de contrabando em SP sobe de 589 para 689

Agência Brasil/Fernanda Cruz 
Agência Brasil/Elza Fiuza
Produtos contrabandeados apenas nos primeiros seis meses deste ano já supera o volume de  todo o ano passado
Produtos contrabandeados apenas nos primeiros seis meses deste ano já supera o volume de todo o ano passado

São Paulo - O número de apreensões (689) de produtos contrabandeados no estado de São Paulo apenas nos primeiros seis meses deste ano já supera o volume de todo o ano passado, quando houve 589. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1º) pelo secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, durante fórum sobre combate ao contrabando.

Segundo o secretário, embora a competência do combate ao comércio de produtos contrabandeados seja, primariamente, da Polícia Federal, as polícias paulistas têm colaborado. “Este tipo de crime ocorre desde a década de 80. Mas, agora há entrosamento maior entre os organismos de segurança, firmando parceiras com a Polícia Rodoviária Federal para auxiliar no combate ao crime”, declarou.

Na quinta-feira (31), o Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) fechou uma fábrica que falsificava uma marca de cigarros contrabandeados, uma nova modalidade de crime. Na fábrica, localizada na cidade de Cotia (SP), foram realizadas 15 prisões, sendo 13 de paraguaios. “É um negócio extremamente lucrativo e que vem merecendo a atenção das autoridades fazendárias e das nossas policias”, disse o secretário.

Cigarros

Para ele, os cigarros são os principais produtos do contrabando no estado. Em 33 municípios, foram descobertas 60 empresas que fabricavam cigarro contrabandeado. “As ações visando combater o crime são efetivamente rigorosas, contínuas, de inteligência policial, com auxilio de departamentos especializados”, afirmou.

Hoje à tarde, o secretário se reúne com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, na Secretaria da Segurança Pública, e com representantes da Polícia Federal. “Vamos tratar não só do contrabando, mas de alguns temas que nos afetam de forma muito delicada, como o contrabando de armas e o ingresso de drogas no país durante a Olimpíada”, finalizou.

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