São Paulo, SP, 20/08/2019
 
12/05/2012 - 23h52m

Obras mais caras da SP-Artes não encontram comprador até o penúltimo dia

Folhapress/Silas Martí 

SÃO PAULO, SP (Folhapress) - Faltando um dia para fechar as portas no pavilhão da Bienal, a SP-Arte ainda tinha boa parte de suas obras mais caras disponíveis.

Na noite de hoje, ainda estavam à venda trabalhos de Beatriz Milhazes, Lygia Clark, Antonio Dias, do norte-americano Richard Serra, do britânico Damien Hirst e do uruguaio Joaquín Torres-García.

Uma tela de Beatriz Milhazes de R$ 5,5 milhões, uma de Antonio Dias ofertada por R$ 2 milhões, outra de Adriana Varejão de R$ 3 milhões e um quadro da fase expressionista de Lasar Segall, também avaliado em R$ 3 milhões, não foram vendidos até o penúltimo dia da feira.

Entre os artistas estrangeiros, um móbile de Alexander Calder de R$ 3,8 milhões e esculturas de Richard Serra, uma de R$ 4 milhões e outra de R$ 1,4 milhão, também não encontraram comprador.

A oitava edição da feira SP-Arte se encerra amanhã no pavilhão da Bienal, no parque Ibirapuera, em São Paulo.

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