Outubro Rosa realizará corrida em luta contra o câncer de mama - Hoje São Paulo
São Paulo, SP, 19/08/2018
 
30/09/2014 - 14h05m

Outubro Rosa realizará corrida em luta contra o câncer de mama

Agência Hoje 
Divulgação
O símbolo da luta contra o câncer de mama é uma fita cor-de-rosa
O símbolo da luta contra o câncer de mama é uma fita cor-de-rosa

São Paulo (Agência Hoje /Fernanda Godinho) - Sendo realizada desde 1990, a campanha Outubro Rosa continua crescendo. Nascida na Califórnia, seu objetivo é lutar contra o câncer de mama e a favor de um estilo de vida saudável. O evento é internacional e tenta conscientizar a população sobre a importância do auto-exame das mamas e tratamentos preventivos.

A marca desse ano é a corrida e caminhada da campanha, no Shopping Iguatemi. Todo o dinheiro arrecadado será doado para o Instituto de Ensino e Pesquisa em Oncologia de Ribeirão Preto. As inscrições para a abertura já estão encerradas, mas o evento traz muitas atividades ao longo do mês.

O Shopping Barra, na Bahia, apóia a campanha e irá ter a fachada iluminada pela cor rosa. O “Movimento Pense Rosa + Pense Azul”, proveniente da iniciativa da união entre a Fundação José Silveira, o Instituto EcoD e o Núcleo de Oncologia da Bahia, abrirá, no centro comercial, o Espaço Rosa (no terceiro piso) no próximo dia 2, se estendendo ate o dia 12. As peças vendidas serão assinadas pelo artista plástico Bel Borba. Além disso, no dia 2, haverá uma palestra presidida pela médica Luciana Landeiro e pelo doutor Marcelo Brandão.

Vários pontos turísticos mundiais já aderiram à campanha, se iluminando de rosa, como a Torre de Pisa, na Itália, e o Arco do Triunfo, na França. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, a campanha é de extrema importância, pois o diagnóstico precoce pode diminuir em até 95% os casos de óbitos pela doença.

O movimento ainda conta com a sua versão Novembro Azul, voltada para o público masculino e o câncer de próstata, que atinge geralmente homens acima dos 50 anos. Cerca de 30% dos pacientes do SUS são diagnosticados com a doença, segundo Aguinaldo Nardi, presidente da SBU. Se a moléstia for descoberta no início, há 90% de chance de cura.

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