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20/01/2016 - 11h37m

Repelentes podem ser aliados para combater o mosquito da dengue

Portal EBC 
Agência Brasil/Arquivo
Segundo a bióloga, o primeiro passo é adquirir repelentes de qualidade, com eficiência comprovada
Segundo a bióloga, o primeiro passo é adquirir repelentes de qualidade, com eficiência comprovada

Brasília - O Brasil está se mobilizando no combate ao mosquito Aedes Aegypti, que transmite a dengue, a febre chikungunya e o zika vírus. Por isso, a população tem se redobrado nos cuidados com a saúde e uma das medidas para evitar a chegada do mosquito é o uso de repelentes.

Mas será que os repelentes são seguros? Eles não precisam de cautela? Podem ou não causar alergias? Quais e como devem ser usados? Para responder a estas perguntas, o programa Revista Brasil convidou a bióloga Heloísa Kuabara.

Segundo a bióloga, o primeiro passo é adquirir repelentes de qualidade, com eficiência comprovada e fugir das receitas naturais e dicas caseiras, porque essas podem não funcionar e dar uma falsa sensação de segurança. “Você acredita que está seguro, mas, na verdade, o produto está na pele e não te dá eficácia comprovada”, destacou.

Uma outra observação, de acordo com ela, é que as pessoas compram repelentes bons, mas, devido à dificuldade de encontrar no mercado, usam em pouca quantidade e isto não adianta contra o mosquito. “As pessoas estão economizando. Com isso, mais uma vez, não existe uma proteção adequada”, disse Heloísa Kuabara.

Ainda, há o caso daquelas pessoas que apresentam hipersensibilidade aos repelentes. Muitas delas têm alergia a algum componente do produto e não sabem. Por isso, acabam fazendo uso dos caseiros, que são produzidos a base de álcool e podem causar o ressecamento da pele.

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