São Paulo, SP, 19/09/2019
 
17/04/2016 - 15h00m

Tumulto no início dos trabalhos na Câmara para votação do impedimento de Dilma Rousseff

Agência Brasil/Karine Melo e Iolando Lourenço 
Agência Brasil/Marcelo Camargo
Câmara abriu trabalhos pontualmente às 14h, mas alguns parlamentares pró e contra tumultuaram ambiente
Câmara abriu trabalhos pontualmente às 14h, mas alguns parlamentares pró e contra tumultuaram ambiente

Brasília - Minutos antes das 14h, quando pontualmente começou a sessão, um grupo de parlamentares contra o impedimento entrou no Salão Verde em direção ao plenário da Casa aos gritos de “democracia" e "não vai ter golpe”. Os deputados pró Dilma também seguravam cartazes em favor da presidente.

Diante das atenções que o ato despertou no Salão Verde, a oposição contra atacou de mãos dadas aos gritos de impeachment e cantando “ai, ai, ai, ai, tá chegando a hora, o dia já vem raiando, meu bem a Dilma já vai embora”.

Domingos Sávio (PSDB-MG) acusou os contrários ao impedimento de iniciarem o tumulto : “estávamos parados e eles vieram nos pressionando. Eles querem provocar, mas nós vamos ganhar no voto”. Já o deputado Orlando Silva (PCdoB–SP) defendeu os colegas e negou a provocação.

O início da sessão teve tumulto também quando alguns deputados não conseguiram subir atrás da mesa da presidência da Câmara para erguer cartazes a favor ou contra o impeachment. Depois que uma faixa escrito “Fora Cunha” foi aberta atrás da mesa do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) proibiu qualquer tipo de faixa no plenário.

Em seguida o relator, deputado Jovarir Arantes (PTB-GO), que deu parecer favorável ao impeachment foi chamado pelo presidente da Casa para ler o seu relatório no prazo de 25 minutos.

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